<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>urbanologo</title><description>urbanologo</description><link>https://www.urbanologo.com/blog</link><item><title>DESENVOLVIMENTO E SOCIEDADE</title><description><![CDATA[N.º 7 (DEZ 2019)Revista Interdisciplinar em Ciências Sociais<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_c1008db3b93b490db0771a6de46a2471%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2020/01/08/DESENVOLVIMENTO-E-SOCIEDADE</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2020/01/08/DESENVOLVIMENTO-E-SOCIEDADE</guid><pubDate>Wed, 08 Jan 2020 16:31:33 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>N.º 7 (DEZ 2019)</div><div>Revista Interdisciplinar em Ciências Sociais</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_d076b3e079df452a967f38af17d74879~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>DAS PESSOAS E SEUS LUGARES Mobilidades na Lisboa metropolitana</title><description><![CDATA[Sofia SantosMundos Sociais, 2019Nas últimas décadas vem-se observando a diversificação das deslocações das pessoas no dia a dia da Área Metropolitana de Lisboa. As origens, os destinos, os ritmos ou os motivos das deslocações são múltiplos. Uma maior diversidade não esconde, contudo, a prevalência de estruturas desiguais, com a acumulação de vantagens ou, pelo contrário, de factores de periferização face ao tecido social e urbano. A sinalização das desigualdades territoriais, derendimento,<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_d61c856c663b46a2bec8ff1a84e8e832%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2020/01/08/DAS-PESSOAS-E-SEUS-LUGARES-Mobilidades-na-Lisboa-metropolitana</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2020/01/08/DAS-PESSOAS-E-SEUS-LUGARES-Mobilidades-na-Lisboa-metropolitana</guid><pubDate>Wed, 08 Jan 2020 16:26:10 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Sofia Santos</div><div>Mundos Sociais, 2019</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_34497cd320e042c2a3977bcc4d2d2c55~mv2.jpg"/><div>Nas últimas décadas vem-se observando a diversificação das deslocações das pessoas no dia a dia da Área Metropolitana de Lisboa. As origens, os destinos, os ritmos ou os motivos das deslocações são múltiplos. Uma maior diversidade não esconde, contudo, a prevalência de estruturas desiguais, com a acumulação de vantagens ou, pelo contrário, de factores de periferização face ao tecido social e urbano. A sinalização das desigualdades territoriais, de</div><div>rendimento, género ou de idade, entre outras, reforça a necessidade de olhar com mais atenção para as possibilidades que se disponibilizam às pessoas e para a forma como são apropriadas na mobilidade de todos os dias.O estudo da mobilidade geográfica do ponto de vista das ciências sociais cresceu de forma consistente nas últimas décadas. Neste livro discute-se a interacção entre território e sociedade a partir da mobilidade das pessoas no espaço, em particular no que diz respeito à reprodução de desigualdades na Área Metropolitana de Lisboa (AML). Como ponto de partida duas questões centrais: De que forma as mobilidades — práticas e representações — acompanham as dinâmicas de desigualdade social? E em que medida integram lógicas de distinção social e de pertença identitária? Recorremos à análise estatística para identificar as grandes tendências nas deslocações casa-trabalho na AML e a entrevistas para aprofundar como são vividas estas deslocações, como se interpretam e se decidem. Esperamos sobretudo que este livro alimente a imaginação sociológica sobre o território e outras leituras multidimensionais sobre a mobilidade geográfica, contribuindo para uma melhor identificação dos grandes bloqueios a uma mobilidade mais justa na Área Metropolitana de Lisboa.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Saber ver a cidade</title><description><![CDATA[José Pedro Martins Barata1ª ed. - Lisboa : Argumentum, 2019A Cidade, antiga ou moderna, foi sempre fonte de interrogações, imagens, razões, dúvidas e certezas, permanências e mutações. Compreender a Cidade, as suas origens e naturezas várias continua a constituir um desafio à observação de comportamentos tanto como uma justificação às próprias acções de cidadania e intervenção.As sugestões de abordagens a uma leitura do “facto urbano”, variadas e simples contidas neste livro têm a intenção de<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_d61c856c663b46a2bec8ff1a84e8e832%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2020/01/08/Saber-ver-a-cidade</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2020/01/08/Saber-ver-a-cidade</guid><pubDate>Wed, 08 Jan 2020 16:17:48 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div> José Pedro Martins Barata</div><div>1ª ed. - Lisboa : Argumentum, 2019</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_c46cc40d8cab4ec1bac26c3c7c68b1b9~mv2.jpg"/><div>A Cidade, antiga ou moderna, foi sempre fonte de interrogações, imagens, razões, dúvidas e certezas, permanências e mutações. Compreender a Cidade, as suas origens e naturezas várias continua a constituir um desafio à observação de comportamentos tanto como uma justificação às próprias acções de cidadania e intervenção.As sugestões de abordagens a uma leitura do “facto urbano”, variadas e simples contidas neste livro têm a intenção de estimular uma atenção desperta e inteligente para a compreensão da Cidade.O conteúdo deste livro estrutura-se na identificação das várias componentes da Urbe, procurando dar ao leitor os instrumentos para uma compreensão da Cidade, assumindo-se assim como ferramenta de grande utilidade tanto para docentes como estudantes de Arquitectura, Planeamento ou Urbanismo.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Compreender a exclusão social</title><description><![CDATA[Alcides A. Monteiro.1ª ed. - Lisboa : Mundos Sociais, 2019 A desigualdade social, a pobreza e a exclusão social desafiam qualquer sociedade a mostrar o que de melhor ela consegue ao nível da mobilização coletiva, da consolidação da democracia e da promoção da coesão social. Não é possível fazer conviver a aspiração a uma democracia saudável com a simultânea tolerância de elevadas desigualdades sociais e inaceitáveis índices de pobreza. Marcado por um interesse que não é apenas científico, mas<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_d61c856c663b46a2bec8ff1a84e8e832%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2020/01/08/O-Lugar-de-Todos-Interpretar-o-Espa%C3%A7o-P%C3%BAblico-Urbano</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2020/01/08/O-Lugar-de-Todos-Interpretar-o-Espa%C3%A7o-P%C3%BAblico-Urbano</guid><pubDate>Wed, 08 Jan 2020 16:12:24 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Alcides A. Monteiro.</div><div>1ª ed. - Lisboa : Mundos Sociais, 2019</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_d61c856c663b46a2bec8ff1a84e8e832~mv2.jpg"/><div> A desigualdade social, a pobreza e a exclusão social desafiam qualquer sociedade a mostrar o que de melhor ela consegue ao nível da mobilização coletiva, da consolidação da democracia e da promoção da coesão social. Não é possível fazer conviver a aspiração a uma democracia saudável com a simultânea tolerância de elevadas desigualdades sociais e inaceitáveis índices de pobreza. Marcado por um interesse que não é apenas científico, mas também de cidadania, neste livro providenciam-se pistas para uma melhor compreensão da natureza e alcance dos ditos fenómenos, nas suas múltiplas dimensões e inter-relações. Evolui depois para a perceção sobre o papel atual das principais instâncias (ou instituições) de regulação social (Família, Escola, esfera laboral, Estado) na promoção da integração social e, ainda, no enquadramento das escolhas e opções dos indivíduos. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>ON THE SURFACE - BOOK OF ABSTRACTS 2019</title><description><![CDATA[On the Surface - photography on architecture Visual Spaces of Change: Unveiling the Publicness of Urban Space5th edition of the international conferenceDisponível DownloadOn occasion of MAAT’s Fiction and Fabrication exhibition, the 5th International Conference ON THE SURFACE: Photography on Architecture (31st May) offers a forum for an interdisciplinary debate on photography and architecture, with a strong editorial component devoted to the publication of original works and ideas at the<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_3342652891584ea9b2f1cb074ba4f717%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/12/19/ON-THE-SURFACE---BOOK-OF-ABSTRACTS-2019</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/12/19/ON-THE-SURFACE---BOOK-OF-ABSTRACTS-2019</guid><pubDate>Thu, 19 Dec 2019 10:23:05 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>On the Surface - photography on architecture Visual Spaces of Change: Unveiling the Publicness of Urban Space</div><div>5th edition of the international conference</div><div>Disponível Download</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_be0c3704ae754f798d3068dc49ba362d~mv2.jpg"/><div>On occasion of MAAT’s Fiction and Fabrication exhibition, the 5th International Conference ON THE SURFACE: Photography on Architecture (31st May) offers a forum for an interdisciplinary debate on photography and architecture, with a strong editorial component devoted to the publication of original works and ideas at the intersection of these two fields. The theme chosen for this edition On the Surface is focused in contemporary transformations of the public space: “Visual Spaces of Change: unveiling the publicness of urban space” proposes to debate and explore the potential of Image and Photography as resourceful tools to research, reflect upon and render visible the emergence of new collective experiences in the social space.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O Lugar de Todos. Interpretar o Espaço Público Urbano</title><description><![CDATA[Coordenado por Ana Brandão e Pedro Brandão Livraria Tigre de Papel, 2019Livro coordenado por Ana Brandão e Pedro Brandão, no âmbito de um projecto de investigação PSSS, e que reúne perto de três dezenas de ensaios sobre o espaço público e as suas transformações e dinâmicas.Neste panorama, propor uma interpretação dos espaços públicos urbanos é uma tarefa ambiciosa as necessária. Que conhecimento podemos usar para interpretar o espaço público contemporâneo? Este livro oferece algumas respostas<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_3342652891584ea9b2f1cb074ba4f717%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/12/19/O-Lugar-de-Todos-Interpretar-o-Espa%C3%A7o-P%C3%BAblico-Urbano</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/12/19/O-Lugar-de-Todos-Interpretar-o-Espa%C3%A7o-P%C3%BAblico-Urbano</guid><pubDate>Thu, 19 Dec 2019 10:19:31 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Coordenado por Ana Brandão e Pedro Brandão </div><div>Livraria Tigre de Papel, 2019</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_83fc4195a433428196b81806d7263ab6~mv2.jpg"/><div>Livro coordenado por Ana Brandão e Pedro Brandão, no âmbito de um projecto de investigação PSSS, e que reúne perto de três dezenas de ensaios sobre o espaço público e as suas transformações e dinâmicas.Neste panorama, propor uma interpretação dos espaços públicos urbanos é uma tarefa ambiciosa as necessária. Que conhecimento podemos usar para interpretar o espaço público contemporâneo? Este livro oferece algumas respostas possíveis a esta pergunta, a partir da análise de processos de transformação do espaço público, em contactos urbanos e geografias variadas, estudando problemas e desafios que aí se colocam ou revelam.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>FINISTERRA</title><description><![CDATA[N.º 111 (AGOSTO 2019)Centro de estudos geográficos<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_c1008db3b93b490db0771a6de46a2471%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/12/19/FINISTERRA</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/12/19/FINISTERRA</guid><pubDate>Thu, 19 Dec 2019 10:14:29 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>N.º 111 (AGOSTO 2019)</div><div>Centro de estudos geográficos</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_71c75306dcb04f21a041f283dc8e0ded~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>As quatro etapas da arquitectura contemporânea</title><description><![CDATA[Victor Consiglieri Lisboa : Ordem dos Arquitectos - Secção Regional Sul, 2019. - VIIIVictor Consiglieri na sua actividade de investigação, incide na relação dos aspectos socioculturais, ideológicos e económicos, para analisar a morfologia arquitectónica. Analisa as quatro etapas da arquitectura contemporânea, o 1º período "A procura duma tipologia de habitação e de espaços exteriores comunitários de vivências (1870-1945)", o 2º período "As diversas características da habitação e zonas comuns do<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_3342652891584ea9b2f1cb074ba4f717%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/12/19/As-quatro-etapas-da-arquitectura-contempor%C3%A2nea</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/12/19/As-quatro-etapas-da-arquitectura-contempor%C3%A2nea</guid><pubDate>Thu, 19 Dec 2019 10:09:34 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Victor Consiglieri </div><div> Lisboa : Ordem dos Arquitectos - Secção Regional Sul, 2019. - VIII</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_4239f0d0ae70457399c6bdfaf29d2f39~mv2.png"/><div>Victor Consiglieri na sua actividade de investigação, incide na relação dos aspectos socioculturais, ideológicos e económicos, para analisar a morfologia arquitectónica. Analisa as quatro etapas da arquitectura contemporânea, o 1º período &quot;A procura duma tipologia de habitação e de espaços exteriores comunitários de vivências (1870-1945)&quot;, o 2º período &quot;As diversas características da habitação e zonas comuns do espaço verde e vivência (1945-1975)&quot;, o 3º período &quot;A cidade burguesa (1975-2008)&quot; e o 4º período &quot;As imagens da exuberância da cidade&quot;. Este ensaio resulta de 50 anos de estudos efectuados pelo autor, que reflectem o carácter da habitação, desde a realização artesanal, até às características pré-fabricadas e estudadas pelo CSTB (Centre Scientifique et Technique du Bâtiment), relativas ao estudo do estágio da ASTEF em Paris, entre 1964-1965.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Arte Urbana: contextos, tendências e desafios</title><description><![CDATA[Coordenação:Ricardo Campos, José Carlos Marques e Ágata Sequeira open access journal.35 | 2019<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_3342652891584ea9b2f1cb074ba4f717%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/12/12/Arte-Urbana-contextos-tend%C3%AAncias-e-desafios</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/12/12/Arte-Urbana-contextos-tend%C3%AAncias-e-desafios</guid><pubDate>Thu, 12 Dec 2019 16:12:11 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Coordenação:Ricardo Campos, José Carlos Marques e Ágata Sequeira</div><div> open access journal.</div><div>35 | 2019</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_9d86859924c345978c0c5c607156cf24~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>O Ensino Moderno da Arquitectura. A Formação do Arquitecto nas Escolas de Belas-Artes em Portugal (1931-1969)</title><description><![CDATA[Gonçalo Canto MonizEdições Afrontamentos 2019No período em causa, as escolas sofreram transformações profundas, não só devido ao debate cultural sobre a Arquitectura moderna, mas também à tensão política imposta pelo Estado Novo. De facto, nestes 40 anos, a formação do arquitecto começa por ter um carácter artístico, com a reforma do ensino de 1931, para depois exigir um carácter técnico com a reforma de 1957 e finalmente reivindicar um carácter social com as experiências pedagógicas de 1970.<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_bfca7cde8ff845b5aa68b17af249a0cf%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/12/12/O-Ensino-Moderno-da-Arquitectura-A-Forma%C3%A7%C3%A3o-do-Arquitecto-nas-Escolas-de-Belas-Artes-em-Portugal-1931-1969</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/12/12/O-Ensino-Moderno-da-Arquitectura-A-Forma%C3%A7%C3%A3o-do-Arquitecto-nas-Escolas-de-Belas-Artes-em-Portugal-1931-1969</guid><pubDate>Thu, 12 Dec 2019 15:40:40 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Gonçalo Canto Moniz</div><div>Edições Afrontamentos 2019</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_bfca7cde8ff845b5aa68b17af249a0cf~mv2.jpg"/><div>No período em causa, as escolas sofreram transformações profundas, não só devido ao debate cultural sobre a Arquitectura moderna, mas também à tensão política imposta pelo Estado Novo. De facto, nestes 40 anos, a formação do arquitecto começa por ter um carácter artístico, com a reforma do ensino de 1931, para depois exigir um carácter técnico com a reforma de 1957 e finalmente reivindicar um carácter social com as experiências pedagógicas de 1970. Neste sentido, as reformas do ensino e a sua regulamentação são o encontro possível entre o programa ideológico do regime e a vontade de transformar os métodos pedagógicos e a prática da arquitectura que os professores e os arquitectos portugueses apreendiam na publicações e nos congressos internacionais.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Construir na Ruína. Entre a reconstituição e a reabilitação</title><description><![CDATA[Pedro AlarcãoEdições Afrontamentos 2019Existe uma ideia de arquitectura, de modo de actuar, especificamente associada à ruína? Para responder a esta questão, procurou-se identificar uma outra especificidade do património, o valor de significação, que, no caso da ruína, parece sobretudo decorrer do facto de a mesma ter perdido parte do seu valor arquitectónico, tornando-se precisamente numa ruína. E questionou-se se não será precisamente esta sua condição que condiciona a implementação de um novo<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_9595f8da9a7f405994b288691f3ca2da%7Emv2.jpg/v1/fill/w_203%2Ch_290/f6fcb3_9595f8da9a7f405994b288691f3ca2da%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/12/12/Construir-na-Ru%C3%ADna-Entre-a-reconstitui%C3%A7%C3%A3o-e-a-reabilita%C3%A7%C3%A3o</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/12/12/Construir-na-Ru%C3%ADna-Entre-a-reconstitui%C3%A7%C3%A3o-e-a-reabilita%C3%A7%C3%A3o</guid><pubDate>Thu, 12 Dec 2019 15:33:44 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Pedro Alarcão</div><div>Edições Afrontamentos 2019</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_9595f8da9a7f405994b288691f3ca2da~mv2.jpg"/><div>Existe uma ideia de arquitectura, de modo de actuar, especificamente associada à ruína? Para responder a esta questão, procurou-se identificar uma outra especificidade do património, o valor de significação, que, no caso da ruína, parece sobretudo decorrer do facto de a mesma ter perdido parte do seu valor arquitectónico, tornando-se precisamente numa ruína. E questionou-se se não será precisamente esta sua condição que condiciona a implementação de um novo programa arquitectónico, pelo menos em termos de uma utilização funcional plena. Na perspectiva do arquitecto, o estudo iniciou-se, naturalmente, a partir da análise de casos concretos de obras de arquitectura realizadas sobre a ruína, como em Mérida e Sagunto, evocando Giorgio Grassi que refere, recorrentemente, a importância de aprender “como” outros fizeram, para “quem faz”.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Aleixo. Génese,(des)estruturação e desaparecimento de um bairro do Porto [1969-2019]</title><description><![CDATA[João QueirozEdições Afrontamentos 2019João Queirós apresenta neste livro necessário, duro e incontornável, os principais resultados de uma investigação sociológica de terreno sobre a origem, trajetória e destino do Bairro do Aleixo, um bairro camarário portuense construído em meados dos anos 1970 e entretanto esvaziado e demolido. Esta pesquisa quis percorrer, com os moradores e outros protagonistas locais, o arco temporal de cinquenta anos que vai da publicação, em 1969, por Fernando Távora, do<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_147371eb30fe4036adee6798412c6e07%7Emv2.jpg/v1/fill/w_203%2Ch_298/f6fcb3_147371eb30fe4036adee6798412c6e07%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/12/12/Aleixo-G%C3%A9nesedesestrutura%C3%A7%C3%A3o-e-desaparecimento-de-um-bairro-do-Porto-1969-2019</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/12/12/Aleixo-G%C3%A9nesedesestrutura%C3%A7%C3%A3o-e-desaparecimento-de-um-bairro-do-Porto-1969-2019</guid><pubDate>Thu, 12 Dec 2019 15:28:47 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>João Queiroz</div><div>Edições Afrontamentos 2019</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_147371eb30fe4036adee6798412c6e07~mv2.jpg"/><div>João Queirós apresenta neste livro necessário, duro e incontornável, os principais resultados de uma investigação sociológica de terreno sobre a origem, trajetória e destino do Bairro do Aleixo, um bairro camarário portuense construído em meados dos anos 1970 e entretanto esvaziado e demolido. Esta pesquisa quis percorrer, com os moradores e outros protagonistas locais, o arco temporal de cinquenta anos que vai da publicação, em 1969, por Fernando Távora, do Estudo de Renovação Urbana do Barredo – que projetou a construção do Bairro do Aleixo para realojamento das famílias desalojadas pela intervenção urbanística e habitacional então programada para o «coração» do centro histórico do Porto – ao esvaziamento pleno do bairro – que a Câmara Municipal do Porto começou a demolir em 2011 e que em 2019, já sem duas das suas cinco torres, viu partir os últimos moradores. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A Religião no Espaço Público Português</title><description><![CDATA[Helena Vilaça, Maria João Oliveira1ª ed. - Lisboa : Imprensa Nacional, 2019Devido à sua natureza multifacetada, a religião continua a inscrever-se no espaço público. Após séculos de um monopólio católico, observa-se em Portugal uma redefinição sociopolítica e cultural do catolicismo, ensaiada de modo particular depois da revolução democrática de 1974. Sem deixar de reconhecer os indícios de secularização no plano social e individual - de que é exemplo o crescimento acelerado de pessoas sem<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_049fbdff06dc4e9e800898cb95ebd61a%7Emv2.jpg/v1/fill/w_203%2Ch_322/f6fcb3_049fbdff06dc4e9e800898cb95ebd61a%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/11/28/A-Religi%C3%A3o-no-Espa%C3%A7o-P%C3%BAblico-Portugu%C3%AAs</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/11/28/A-Religi%C3%A3o-no-Espa%C3%A7o-P%C3%BAblico-Portugu%C3%AAs</guid><pubDate>Thu, 28 Nov 2019 15:41:55 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div> Helena Vilaça, Maria João Oliveira</div><div>1ª ed. - Lisboa : Imprensa Nacional, 2019</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_049fbdff06dc4e9e800898cb95ebd61a~mv2.jpg"/><div>Devido à sua natureza multifacetada, a religião continua a inscrever-se no espaço público. Após séculos de um monopólio católico, observa-se em Portugal uma redefinição sociopolítica e cultural do catolicismo, ensaiada de modo particular depois da revolução democrática de 1974. Sem deixar de reconhecer os indícios de secularização no plano social e individual - de que é exemplo o crescimento acelerado de pessoas sem religião, principalmente nas áreas mais urbanas e cosmopolitas -, são analisadas as manifestações mais espontâneas de religiosidade associadas a fenómenos como o de Fátima; o papel de destaque da Igreja Católica em áreas como a educação, a solidariedade social, as migrações ou a cultura; e os indicadores de religiosidade, comparativamente elevados e indicativos da excecionalidade do caso português no quadro europeu.Esta obra aborda também o crescimento e a multiplicação das minorias religiosas, que procuram o reconhecimento no espaço público e a introdução de lógicas mais competitivas no campo religioso.A coleção Estudos de Religião, coordenada pelo Centro de Investigação em Teologia e Estudos de Religião da Universidade Católica Portuguesa, acolhe estudos e ensaios multidisciplinares sobre as religiões e as dimensões religiosas da cultura.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Gulbenkian</title><description><![CDATA[Editora.MonadeUm dos espaços de referência em Lisboa, a Fundação Gulbenkian nasceu do trabalho colectivo de cinco arquitectos. Com imagens de André Cepeda, desenhos e memória descritiva, este livro propõe revelar como este projecto é, desde a década de 60, uma referência para gerações de arquitectos. Ruy Jervis d’Athouguia Alberto Pessoa Pedro Cid Gonçalo Ribeiro Telles António Viana Barreto—Fotografia André Cepeda<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_948d3af041394ac6835a0efa2ab18717%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/11/28/Gulbenkian</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/11/28/Gulbenkian</guid><pubDate>Thu, 28 Nov 2019 15:20:59 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Editora.Monade</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_948d3af041394ac6835a0efa2ab18717~mv2.png"/><div>Um dos espaços de referência em Lisboa, a Fundação Gulbenkian nasceu do trabalho colectivo de cinco arquitectos. Com imagens de André Cepeda, desenhos e memória descritiva, este livro propõe revelar como este projecto é, desde a década de 60, uma referência para gerações de arquitectos. Ruy Jervis d’Athouguia Alberto Pessoa Pedro Cid Gonçalo Ribeiro Telles António Viana Barreto</div><div>—</div><div>Fotografia André Cepeda</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>BRR 2018: Quando a periferia se torna trendy</title><description><![CDATA[BRR 2018: Quando a periferia se torna trendyAutor/organizador: Pedro Costa, Ricardo Venâncio Lopes e Jorge BassaniAutor(es) artigos / foto-ensaios: Vitor Belanciano, Pedro Costa, Ricardo Venâncio Lopes, Jorge Bassani, Agostinho Nogueira Lopes, Ana Oliveira, Vera Marmelo, José Mendes, Marta Martins, Filipe Matos, André Carmo, Sónia Pereira, Ana Pinto, Rui Dâmaso, Jorge Sol, Marta Traquino, Sofia da Palma RodriguesData: (Outubro 2019)Editora: DINÂMIA’CET-IUL do ISCTE - Instituto Universitário de<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_4bdd18fe30094ed9b9a08b465e2f7060%7Emv2.jpg/v1/fill/w_262%2Ch_376/f6fcb3_4bdd18fe30094ed9b9a08b465e2f7060%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/11/26/BRR-2018-Quando-a-periferia-se-torna-trendy</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/11/26/BRR-2018-Quando-a-periferia-se-torna-trendy</guid><pubDate>Tue, 26 Nov 2019 14:33:30 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>BRR 2018: Quando a periferia se torna trendy</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_4bdd18fe30094ed9b9a08b465e2f7060~mv2.jpg"/><div>Autor/organizador: Pedro Costa, Ricardo Venâncio Lopes e Jorge Bassani</div><div>Autor(es) artigos / foto-ensaios: Vitor Belanciano, Pedro Costa, Ricardo Venâncio Lopes, Jorge Bassani, Agostinho Nogueira Lopes, Ana Oliveira, Vera Marmelo, José Mendes, Marta Martins, Filipe Matos, André Carmo, Sónia Pereira, Ana Pinto, Rui Dâmaso, Jorge Sol, Marta Traquino, Sofia da Palma Rodrigues</div><div>Data: (Outubro 2019)</div><div>Editora: DINÂMIA’CET-IUL do ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa (Portugal) | FAU – Universidade de São Paulo (Brasil)</div><div>Design: José Mendes</div><div>Resumo:</div><div>“BRR 2018: Quando a periferia se torna trendy” traça um retrato das dinâmicas socioculturais da cidade do Barreiro na contemporaneidade. Os artigos e ensaios aqui compilados, entre visões e ficções, são resultado de um trabalho de cocriação transdisciplinar entre académicos, agentes culturais, criativos locais, jornalistas, escritores, artistas e organizações da sociedade civil. O livro procura ser um espelho múltiplo e caleidoscópico de uma cidade onde há muito a cultura assume um importante papel na transformação do território e das suas gentes.</div><div>Palavras-chave: Barreiro; Cultura; Periferia; Revitalização; Reestruturação e recomposição metropolitana; Área Metropolitana de Lisboa, Criatividade urbana.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Verde, da Cor da Cidade</title><description><![CDATA[Smart/Cities #25 Cidade Sustentável<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_daf21a7b009e45aea381472c8fa1d13d%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/11/19/Verde-da-Cor-da-Cidade</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/11/19/Verde-da-Cor-da-Cidade</guid><pubDate>Tue, 19 Nov 2019 19:15:21 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Smart/Cities #25 Cidade Sustentável</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_daf21a7b009e45aea381472c8fa1d13d~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Carrilho da Graça : projetos construídos</title><description><![CDATA[fot. Nuno Cera ; coord. Maria Melo ; textos Marta Sequeira, Michel Toussaint ; colab. Ana Luisa Ferreira... [et al.] 1ª ed. = 1st ed. - Lisboa : A+A Books, 2019<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_d065e566b99a44388c05a3b54e39753a%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/11/14/Carrilho-da-Gra%C3%A7a-projetos-constru%C3%ADdos</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/11/14/Carrilho-da-Gra%C3%A7a-projetos-constru%C3%ADdos</guid><pubDate>Thu, 14 Nov 2019 14:04:34 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>fot. Nuno Cera ; coord. Maria Melo ; textos Marta Sequeira, Michel Toussaint ; colab. Ana Luisa Ferreira... [et al.] </div><div>1ª ed. = 1st ed. - Lisboa : A+A Books, 2019</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_08eb96c54dca41ab843efa2349711639~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>GOT  Nº17</title><description><![CDATA[Revista de Geografia e Ordenamento do Território30 Junho 2019Disponível on-line<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_d065e566b99a44388c05a3b54e39753a%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/11/14/GOT-N%C2%BA17</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/11/14/GOT-N%C2%BA17</guid><pubDate>Thu, 14 Nov 2019 14:00:48 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Revista de Geografia e Ordenamento do Território</div><div>30 Junho 2019</div><div>Disponível on-line</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_315a7a5db43a44f2bf08373b69ed1b30~mv2.png"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>scopio magazine crossing borders shifting boundaries: city</title><description><![CDATA[SCOPIOA scopio Magazine, uma publicação periódica anual cuja responsabilidade editorial é do grupo de investigação CCRE pertencente ao Centro de Estudos de Arquitecura e Urbanismo (CEAU) da FAUP, é o suporte de divulgação e investigação ligado em termos gerais à Arquitectura, Arte e Imagem (AAI) e, em termos específicos, à Fotografia Documental e Artística relacionada com Arquitectura, Cidade e Território. A publicação desenvolve-se através de ciclos temáticos e tem como propósito divulgar<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_d065e566b99a44388c05a3b54e39753a%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/11/14/scopio-magazine-crossing-borders-shifting-boundaries-city</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/11/14/scopio-magazine-crossing-borders-shifting-boundaries-city</guid><pubDate>Thu, 14 Nov 2019 13:54:54 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>SCOPIO</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_b5c48a893a874421894b84bc9472e989~mv2.jpg"/><div>A scopio Magazine, uma publicação periódica anual cuja responsabilidade editorial é do grupo de investigação CCRE pertencente ao Centro de Estudos de Arquitecura e Urbanismo (CEAU) da FAUP, é o suporte de divulgação e investigação ligado em termos gerais à Arquitectura, Arte e Imagem (AAI) e, em termos específicos, à Fotografia Documental e Artística relacionada com Arquitectura, Cidade e Território. A publicação desenvolve-se através de ciclos temáticos e tem como propósito divulgar diversos autores e trabalhos na área da Fotografia Documental e Artística que de alguma forma promovam uma reflexão sobre o contributo das imagens na compreensão da realidade e na construção de imaginários, entre o documento e a ficção, entre a reprodução e a manipulação, entre o analógico e o digital</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O teatro do oprimido na periferia de Lisboa</title><description><![CDATA[André CarmoEdição: Outro Modo, Le Monde diplomatique – edição portuguesaEste livro trata das relações entre cidade e cidadania, através da arte. Ao analisar as actividades desenvolvidas pelo Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa na Região Metropolitana da capital procura compreender como pode contribuir a cidadania através da arte para a construção de cidades mais justas, e quais os desafios e limites que este processo enfrenta.<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_d065e566b99a44388c05a3b54e39753a%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/10/29/O-teatro-do-oprimido-na-periferia-de-Lisboa</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/10/29/O-teatro-do-oprimido-na-periferia-de-Lisboa</guid><pubDate>Tue, 29 Oct 2019 18:25:39 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>André Carmo</div><div>Edição: Outro Modo, Le Monde diplomatique – edição portuguesa</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_c880bcb76890452fbcb833af0e88a959~mv2.jpg"/><div>Este livro trata das relações entre cidade e cidadania, através da arte. Ao analisar as actividades desenvolvidas pelo Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa na Região Metropolitana da capital procura compreender como pode contribuir a cidadania através da arte para a construção de cidades mais justas, e quais os desafios e limites que este processo enfrenta.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Maputo (auto)organização e forma-dinâmica urbana</title><description><![CDATA[David Leite Viana1ª ed. - Porto : Universidade do Porto, 2019Este livro apresenta uma nova abordagem na análise morfológica – a metodologia Trac(k)ing – e estuda Maputo através da sua aplicação, com métodos qualitativos e quantitativos que descrevem a influência da configuração urbana na vida social. A apropriação é mapeada no continuum espacial, identificando padrões e tornando explícita a correlação entre relações espaciais, a perceção e os sistemas da capital moçambicana. É revelada a<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_d065e566b99a44388c05a3b54e39753a%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/10/29/Maputo-autoorganiza%C3%A7%C3%A3o-e-forma-din%C3%A2mica-urbana</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/10/29/Maputo-autoorganiza%C3%A7%C3%A3o-e-forma-din%C3%A2mica-urbana</guid><pubDate>Tue, 29 Oct 2019 18:21:07 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>David Leite Viana</div><div>1ª ed. - Porto : Universidade do Porto, 2019</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_8cc67c3286e3472b9985c1aed6a0a621~mv2.jpg"/><div>Este livro apresenta uma nova abordagem na análise morfológica – a metodologia Trac(k)ing – e estuda Maputo através da sua aplicação, com métodos qualitativos e quantitativos que descrevem a influência da configuração urbana na vida social. A apropriação é mapeada no continuum espacial, identificando padrões e tornando explícita a correlação entre relações espaciais, a perceção e os sistemas da capital moçambicana. É revelada a interdependência entre atividades, tecido urbano e malha viária em novas cartografias daquela cidade, traduzindo uma visão crítica do paradigma dominante no planeamento urbano. É indicado como combinar diferentes procedimentos no estudo da urbanização em Maputo considerando os contrastes socio-morfológicos que revela. Da questão central do livro — Como se ajustam instrumentos formais de análise urbana a processos informais de transformação da forma urbana? — resulta uma aproximação à morfologia urbana que a equaciona a partir da respetiva auto-organização e forma-dinâmica, expressas no diálogo entre estruturas planeadas e contextos de informalidade.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>FENDAS INTEMPORAIS</title><description><![CDATA[by Artur Leão & Jiôn KiimSCOPIOPorto 2019Fendas intemporais starts from the discovery of a factory ruin and the will to explore it through photography, (re)inventing its forgotten spaces that, alongside with the light and signs of time, define a particular genius loci, a place that has already lost its original function with its decaying architecture. Forgotten Terrain Vague in search of a new identity and programme capable of resignifying its history and memory, transforming this location<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_c0068103895d49cdbfb5314563901912%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/10/29/FENDAS-INTEMPORAIS</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/10/29/FENDAS-INTEMPORAIS</guid><pubDate>Tue, 29 Oct 2019 18:15:20 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>by Artur Leão &amp; Jiôn Kiim</div><div>SCOPIO</div><div>Porto 2019</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_c0068103895d49cdbfb5314563901912~mv2.jpg"/><div>Fendas intemporais starts from the discovery of a factory ruin and the will to explore it through photography, (re)inventing its forgotten spaces that, alongside with the light and signs of time, define a particular genius loci, a place that has already lost its original function with its decaying architecture. Forgotten Terrain Vague in search of a new identity and programme capable of resignifying its history and memory, transforming this location through a new gaze about its place in the city.</div><div>https://www.scopionetwork.com/blog/fendas-intemporais-en?rq=fendas</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>REVISTA DE MORFOLOGIA URBANA
Revista da Rede Lusófona de Morfologia Urbana</title><description><![CDATA[2019 Volume 7 Número 1AA VVA forma urbana no 'aqui' e no 'agora'<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_0fdb38d2cbcb4ff9ad9ebdda75121b2f%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/10/29/REVISTA-DE-MORFOLOGIA-URBANA-Revista-da-Rede-Luso%CC%81fona-de-Morfologia-Urbana</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/10/29/REVISTA-DE-MORFOLOGIA-URBANA-Revista-da-Rede-Luso%CC%81fona-de-Morfologia-Urbana</guid><pubDate>Tue, 29 Oct 2019 18:08:28 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div> 2019 Volume 7 Número 1</div><div>AA VV</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_f4854ab195544026a11ac910759e6682~mv2.png"/><div>A forma urbana no 'aqui' e no 'agora'</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Lisboa a Oriente
Memórias do Passado</title><description><![CDATA[José Manuel MorenoEdição Ex LibrisA história da zona mais oriental de Lisboa, conhecida como Parque das Nações, após ter acolhido a Expo’98, atenta a sua posição estratégica, confunde-se com a história da própria cidade. É uma história milenária e riquíssima de acontecimentos, nomeadamente de batalhas, nomeadamente a travada por D. Afonso Henriques, contra os mouros, junto à Ponte Romana de Sacavém.Por aqui passaram fenícios, gregos, cartagineses, romanos, alanos, visigodos e árabes. Foi retiro<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_3342652891584ea9b2f1cb074ba4f717%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/10/14/Lisboa-a-Oriente-Mem%C3%B3rias-do-Passado</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/10/14/Lisboa-a-Oriente-Mem%C3%B3rias-do-Passado</guid><pubDate>Mon, 14 Oct 2019 09:03:01 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>José Manuel Moreno</div><div>Edição Ex Libris</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_c1c5e85ffd104173bc95ca16d6dfb6d0~mv2.jpg"/><div>A história da zona mais oriental de Lisboa, conhecida como Parque das Nações, após ter acolhido a Expo’98, atenta a sua posição estratégica, confunde-se com a história da própria cidade. É uma história milenária e riquíssima de acontecimentos, nomeadamente de batalhas, nomeadamente a travada por D. Afonso Henriques, contra os mouros, junto à Ponte Romana de Sacavém.</div><div>Por aqui passaram fenícios, gregos, cartagineses, romanos, alanos, visigodos e árabes. Foi retiro de alfacinhas boémios, que nas suas tabernas cantaram o fado.</div><div>Aqui ocorreu o primeiro acidente ferroviário português. Foi farol de esperança para os que, acossados pela cruel perseguição, numa guerra tenebrosa, que sangrava a Europa no séc. XX, aportavam a Lisboa por mar e ar.</div><div>Aqui se instalou, na primeira metade do séc. XX, a primeira refinaria portuguesa de hidrocarbonetos, a Sacor, e todas as demais empresas ligadas ao sector. Foi também a casa do nosso primeiro aeroporto, o Aeroporto Marítimo de Cabo Ruivo, permitindo a ligação, única pela via do ar, com o novo mundo. Simultaneamente, também aqui se instalou o primeiro Matadouro Frigorífico de Lisboa. De todo este passado há marcas ou memórias.</div><div>É, justamente, de algumas dessas marcas ou memórias que vos fala este trabalho, cuja única pretensão é trazer ao conhecimento dos leitores episódios e imagens desse passado, até 1998, desta cidade que cativa e arrebata os que a frequentam.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Ruínas e terrenos vagos : explorações, reflexões e especulações</title><description><![CDATA[Ed. Eduardo Brito-Henriques, Cristina Cavaco, Marta Labastidahttps://issuu.com/novoid/docs/novoid_livro_catalogo_-_versao_digitalOs espaços abandonados das cidades são locais que motivam intrigantes indagações intelectuais. Bowman e Pagano (2004) chamaram-lhes as terrae incognitae do mundo urbanizado. Compararam-nos às regiões não exploradas que os cartógrafos deixavam em branco nos mapas históricos. Construções abandonadas, descampados e baldios urbanos deslizam diante dos olhos de quantos<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_3342652891584ea9b2f1cb074ba4f717%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/10/14/Ru%C3%ADnas-e-terrenos-vagos-explora%C3%A7%C3%B5es-reflex%C3%B5es-e-especula%C3%A7%C3%B5es</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/10/14/Ru%C3%ADnas-e-terrenos-vagos-explora%C3%A7%C3%B5es-reflex%C3%B5es-e-especula%C3%A7%C3%B5es</guid><pubDate>Mon, 14 Oct 2019 08:55:08 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Ed. Eduardo Brito-Henriques, Cristina Cavaco, Marta Labastida</div><div>https://issuu.com/novoid/docs/novoid_livro_catalogo_-_versao_digital</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_eb89ef0ae441437c8a333a421a16d47d~mv2.jpg"/><div>Os espaços abandonados das cidades são locais que motivam intrigantes indagações intelectuais. Bowman e Pagano (2004) chamaram-lhes as terrae incognitae do mundo urbanizado. Compararam-nos às regiões não exploradas que os cartógrafos deixavam em branco nos mapas históricos. Construções abandonadas, descampados e baldios urbanos deslizam diante dos olhos de quantos circulam nas cidades, mas poucos se aventuram a adentrar-se neles. Ruínas e terrenos vagos são locais que se evitam. O senso comum imagina-os vazios e sem vida e envolvem-nos metáforas de morte (Anderson, Tonner &amp; Hamilton, 2017; Apel, 2015; Dobraszczyk, 2010). Trata-se de locais que as sociedades sobreacumulam de passado (memórias do que foram) e de futuro (sonhos do que podem vir a ser), mas que suprimem do presente. Inquirir e debater esse presente negado às ruínas e aos terrenos vagos das cidades foi o que nos interessou e é disso que fala este livro. Estimularam-nos inicialmente meditações dispersas de autores como Smithson (1996 [1973]), Solà-Morales (1995), Berger (2006) ou Gandy (2013), que, separados no tempo e a partir de posicionamentos disciplinares variados, souberam encarar limpidamente, e até com benevolência, diversos géneros de paisagens abandonadas, devastadas ou descuradas pela incúria humana, encontrando nelas valor. A heterodoxia das suas posições serviu-nos de inspiração e instigou-nos a penetrar na terra incognita dos espaços abandonados das cidades.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A CIDADE DAS BICICLETAS Gramatica para o desenho de cidades cicláveis</title><description><![CDATA[Paula TelesEditora: NovembroQuando planeamos e projetamos cidades temos uma dupla responsabilidade: a responsabilidade técnica, naturalmente, mas também a responsabilidade do legado de conhecimento adquirido ao longo do nosso percurso.Esta Gramática que agora ouso partilhar com todos, inicia-se com breves conceitos de âmbito do planeamento geral da mobilidade e respetiva rede ciclável para, posteriormente, se desenvolver, quase em forma de “cartilha“, em tipologias de percursos cicláveis e<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_22fa5dbd6d994193a1642cab5e961251%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/10/14/A-CIDADE-DAS-BICICLETAS-Gramatica-para-o-desenho-de-cidades-cicl%C3%A1veis</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/10/14/A-CIDADE-DAS-BICICLETAS-Gramatica-para-o-desenho-de-cidades-cicl%C3%A1veis</guid><pubDate>Mon, 14 Oct 2019 08:46:41 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Paula Teles</div><div>Editora: Novembro</div><div>Quando planeamos e projetamos cidades temos uma dupla responsabilidade: a responsabilidade técnica, naturalmente, mas também a responsabilidade do legado de conhecimento adquirido ao longo do nosso percurso.Esta Gramática que agora ouso partilhar com todos, inicia-se com breves conceitos de âmbito do planeamento geral da mobilidade e respetiva rede ciclável para, posteriormente, se desenvolver, quase em forma de “cartilha“, em tipologias de percursos cicláveis e respetivos apontamentos de dimensionamento e recomendação para o seu mais adequado desenho no terreno</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_573a23faa59b4dcca3f14057f2b28afb~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Nuno Abrantes - Arquitetura Social</title><description><![CDATA[Ed. José Manuel das NevesUzina booksEsta publicação, espelha uma longa experiência na reabilitação de bairros sociais portugueses. A sua abordagem através dos princípios e estratégias do “projeto integrado”, excede a requalificação da arquitetura dos edifícios, dos bairros, dos espaços exteriores públicos; revela uma importância ao nível dos melhores exemplos europeus,alavancando a sustentabilidade ambiental, criando identidade urbana, diminuindo a insegurança e desigualdade social, oferecendo<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_d065e566b99a44388c05a3b54e39753a%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/10/14/Nuno-Abrantes---Arquitetura-Social</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/10/14/Nuno-Abrantes---Arquitetura-Social</guid><pubDate>Mon, 14 Oct 2019 08:36:12 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div> Ed. José Manuel das Neves</div><div>Uzina books</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_d065e566b99a44388c05a3b54e39753a~mv2.jpg"/><div>Esta publicação, espelha uma longa experiência na reabilitação de bairros sociais portugueses. A sua abordagem através dos princípios e estratégias do “projeto integrado”, excede a requalificação da arquitetura dos edifícios, dos bairros, dos espaços exteriores públicos; revela uma importância ao nível dos melhores exemplos europeus,</div><div>alavancando a sustentabilidade ambiental, criando identidade urbana, diminuindo a insegurança e desigualdade social, oferecendo simultaneamente um padrão habitacional de reconhecida qualidade.</div><div>Esta é hoje a nova abordagem da reabilitação dos bairros sociais em Portugal.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PATRIMÓNIO URBAN(ÍSTIC)O E DESENVOLVIMENTO Uma década de estudos sobre a dimensão urbana do património</title><description><![CDATA[Adelino GonçalvesPDF disponivelO património urbano levou quatrocentos anos a constituir-se como um bem cultural a salvaguardar e evoluiu ao longo de um processo histórico-social, enraizado na ideia de que os conjuntos urbanos e a arquitetura monumental fazem parte da mesma categoria de valores históricos. Na segunda metade do século XIX, a noção de património distendeu-se e alcançou uma dimensão urbana, mas o seu entendimento sociopolítico não se soltou das teorias e práticas de intervenção e de<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_3342652891584ea9b2f1cb074ba4f717%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/09/24/PATRIM%C3%93NIO-URBAN%C3%8DSTICO-E-DESENVOLVIMENTO-Uma-d%C3%A9cada-de-estudos-sobre-a-dimens%C3%A3o-urbana-do-patrim%C3%B3nio</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/09/24/PATRIM%C3%93NIO-URBAN%C3%8DSTICO-E-DESENVOLVIMENTO-Uma-d%C3%A9cada-de-estudos-sobre-a-dimens%C3%A3o-urbana-do-patrim%C3%B3nio</guid><pubDate>Tue, 24 Sep 2019 11:17:24 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Adelino Gonçalves</div><div>PDF disponivel</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_6dfd0b9acce849a0a8c0433ab4f7a041~mv2.jpg"/><div>O património urbano levou quatrocentos anos a constituir-se como um bem cultural a salvaguardar e evoluiu ao longo de um processo histórico-social, enraizado na ideia de que os conjuntos urbanos e a arquitetura monumental fazem parte da mesma categoria de valores históricos. Na segunda metade do século XIX, a noção de património distendeu-se e alcançou uma dimensão urbana, mas o seu entendimento sociopolítico não se soltou das teorias e práticas de intervenção e de salvaguarda estabelecidas no seio da dimensão arquitetónica em que tiveram origem. Dominadas pelo objetivo de contrariar a mudança, resistem a aceitar que esta faz parte da natureza das cidades e a integrá-la no próprio significado do património de dimensão urbana. Afinal de que falamos, quando falamos de património urbano? Surgindo de diversos estímulos, esta questão guiou os textos aqui reunidos. Foram escritos com diferentes perspetivas disciplinares porque a medida que diferencia a dimensão urbana do património e a dimensão arquitetónica não é métrica ou geométrica. É ontológica e só pode ser entendida de forma integrada. Em desenvolvimento, bem entendido.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Lisboa e a Airbnb</title><description><![CDATA[José Fernandes, Luís Carvalho, Ana Gago, Thiago Mendes e Pedro Chamusca Passaram apenas 12 anos sobre a data em que Joe Gebbia e Brian Chesky alugaram três camas de encher (Air bed) no seu apartamento, onde providenciaram também o pequeno almoço (breakfast), assim dando origem ao conceito de air bed and breakfast e àquela que é hoje uma das maiores empresas da economia de plataforma, a Airbnb. Com cerca de 5 milhões de propriedades em mais de 80.000 cidades de 200 países, a Airbnb transformou os<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_22fa5dbd6d994193a1642cab5e961251%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/09/24/Habita%C3%A7%C3%A3o-nas-%C3%A1reas-urbanas-de-Lisboa-e-Porto-Da-comunidade-aos-decisores-pol%C3%ADticos</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/09/24/Habita%C3%A7%C3%A3o-nas-%C3%A1reas-urbanas-de-Lisboa-e-Porto-Da-comunidade-aos-decisores-pol%C3%ADticos</guid><pubDate>Tue, 24 Sep 2019 11:07:11 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div> José Fernandes, Luís Carvalho, Ana Gago, Thiago Mendes e Pedro Chamusca </div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_22fa5dbd6d994193a1642cab5e961251~mv2.jpg"/><div>Passaram apenas 12 anos sobre a data em que Joe Gebbia e Brian Chesky alugaram três camas de encher (Air bed) no seu apartamento, onde providenciaram também o pequeno almoço (breakfast), assim dando origem ao conceito de air bed and breakfast e àquela que é hoje uma das maiores empresas da economia de plataforma, a Airbnb. Com cerca de 5 milhões de propriedades em mais de 80.000 cidades de 200 países, a Airbnb transformou os lugares do mundo que dispõem dum bom aeroporto e fazem parte da lista dos que importa conhecer em 2 ou 3 dias. Lisboa é claramente um desses lugares</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>03textos</title><description><![CDATA[01textos / Álvaro Siza ;org. e pref. Carlos Campos Morais.Parceria A. M. Pereira<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_8f79c83c6cab4f6a8d5e3fc6b1eaf508%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/09/24/03textos</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/09/24/03textos</guid><pubDate>Tue, 24 Sep 2019 11:04:38 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>01textos / Álvaro Siza ;</div><div>org. e pref. Carlos Campos Morais.</div><div>Parceria A. M. Pereira</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_8f79c83c6cab4f6a8d5e3fc6b1eaf508~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Habitação nas áreas urbanas de Lisboa e Porto: Da comunidade aos decisores políticos</title><description><![CDATA[Coordenação: Gonçalo Antunes, Madalena Corte-Real, Maria João Gomes, Marianna Monte open access journal.34 | 2019Em 2017, a equipa do Urbanólogo decidiu alargar o seu raio de ação e, além de dinamizar uma plataforma online para divulgação de informação relacionada com os campos da habitação, arquitetura, arquitetura paisagista, arte, património, mobilidade, ambiente, tecnologia, turismo, dinâmicas sociais, interculturalidade, transformação urbana, entre outros, aventurou-se na organização de<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_3342652891584ea9b2f1cb074ba4f717%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/09/16/Habita%C3%A7%C3%A3o-nas-%C3%A1reas-urbanas-de-Lisboa-e-Porto-Da-comunidade-aos-decisores-pol%C3%ADticos</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/09/16/Habita%C3%A7%C3%A3o-nas-%C3%A1reas-urbanas-de-Lisboa-e-Porto-Da-comunidade-aos-decisores-pol%C3%ADticos</guid><pubDate>Mon, 16 Sep 2019 15:24:07 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Coordenação: Gonçalo Antunes, Madalena Corte-Real, Maria João Gomes, Marianna Monte</div><div> open access journal.</div><div>34 | 2019</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_3342652891584ea9b2f1cb074ba4f717~mv2.jpg"/><div>Em 2017, a equipa do Urbanólogo decidiu alargar o seu raio de ação e, além de dinamizar uma plataforma online para divulgação de informação relacionada com os campos da habitação, arquitetura, arquitetura paisagista, arte, património, mobilidade, ambiente, tecnologia, turismo, dinâmicas sociais, interculturalidade, transformação urbana, entre outros, aventurou-se na organização de eventos relacionados com temáticas caras aos estudos urbanos.</div><div>O primeiro tema foi a habitação, com a organização da conferência “Habitação in foco : da comunidade aos decisores”, cuja sessão de abertura contou com a participação de Ana Pinho (secretária de Estado da Habitação), Helena Roseta (deputada da Assembleia da República), Alexandra Gesta (presidente do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana), Fernando Paulo Sousa (vereador da Habitação da Câmara Municipal do Porto) e Gonçalo Antunes (docente e investigador da NOVA FCSH). Ao longo do dia estiveram ainda presentes outros oradores convidados que aprofundaram o debate sobre as “questões contemporâneas”, a “gestão do parque habitacional público” e as “comunidades locais”. O sucesso do evento – medido pelo elevado número de presenças e também pelas referências em órgãos de comunicação social – contribuiu para dar ânimo ao novo caminho que o Urbanólogo pretendia percorrer.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>01textos</title><description><![CDATA[01textos / Álvaro Siza ;org. e pref. Carlos Campos Morais.Parceria A. M. Pereira<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_7dafa40d22994bfab1305ad82587d7f1%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/07/30/01textos</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/07/30/01textos</guid><pubDate>Tue, 30 Jul 2019 10:10:16 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>01textos / Álvaro Siza ;</div><div>org. e pref. Carlos Campos Morais.</div><div>Parceria A. M. Pereira</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_56b97378f60e419982569deb7260ac0c~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Desporto na Cidade: interrogar as atividades desportivas e os seus espaços urbanos</title><description><![CDATA[A. Melo de Carvalho.1ª ed. - Seixal : Câmara Municipal do SeixalEm «Desporto na Cidade», o autor aborda questões como a importância de incluir espaços desportivos no planeamento das cidades, o papel desses espaços na democratização do desporto e os desportos urbanos e a inovação dentro das cidades.<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_7dafa40d22994bfab1305ad82587d7f1%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/07/30/Desporto-na-Cidade-interrogar-as-atividades-desportivas-e-os-seus-espa%C3%A7os-urbanos</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/07/30/Desporto-na-Cidade-interrogar-as-atividades-desportivas-e-os-seus-espa%C3%A7os-urbanos</guid><pubDate>Tue, 30 Jul 2019 10:00:26 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>A. Melo de Carvalho.</div><div>1ª ed. - Seixal : Câmara Municipal do Seixal</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_e93261aceaef4b4e81013797e3efc24b~mv2.jpg"/><div>Em «Desporto na Cidade», o autor aborda questões como a importância de incluir espaços desportivos no planeamento das cidades, o papel desses espaços na democratização do desporto e os desportos urbanos e a inovação dentro das cidades.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>A Sociedade Propaganda de Portugal e a Construção do Turismo Moderno (1888-1911)</title><description><![CDATA[Pedro CerdeiraEditora: ICS -Imprensa de Ciências SociaisA Sociedade Propaganda de Portugal, fundada em 1906 por um grupo da burguesia lisboeta, foi um organismo pioneiro na história do turismo português. Esta associação delineou um ambicioso projeto de modernização do país através da promoção da atividade turística, criando inúmeros planos relativos a transportes, urbanismo, melhorias na hotelaria e serviços, conservação de monumentos e uma persistente divulgação do país. Apesar destes esforços,<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_7dafa40d22994bfab1305ad82587d7f1%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/07/30/A-Sociedade-Propaganda-de-Portugal-e-a-Constru%C3%A7%C3%A3o-do-Turismo-Moderno-1888-1911</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/07/30/A-Sociedade-Propaganda-de-Portugal-e-a-Constru%C3%A7%C3%A3o-do-Turismo-Moderno-1888-1911</guid><pubDate>Tue, 30 Jul 2019 09:50:29 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Pedro Cerdeira</div><div>Editora: ICS -Imprensa de Ciências Sociais</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_9c33ab7e6126439cb70428911753152c~mv2.jpg"/><div>A Sociedade Propaganda de Portugal, fundada em 1906 por um grupo da burguesia lisboeta, foi um organismo pioneiro na história do turismo português. Esta associação delineou um ambicioso projeto de modernização do país através da promoção da atividade turística, criando inúmeros planos relativos a transportes, urbanismo, melhorias na hotelaria e serviços, conservação de monumentos e uma persistente divulgação do país. Apesar destes esforços, a sua ação foi fortemente limitada pela sua condição de organismo privado que carecia de parceiros nos poderes públicos. Este livro analisa a fundação e os primeiros anos de atividade da Sociedade em prol da promoção de Portugal como destino turístico, ao mesmo tempo que recupera o percurso do seu fundador, Leonildo de Mendonça e Costa.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>FINISTERRA</title><description><![CDATA[vol. 54 n.º 110 (ABRIL 2019)<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_c1008db3b93b490db0771a6de46a2471%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/07/30/FINISTERRA</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/07/30/FINISTERRA</guid><pubDate>Tue, 30 Jul 2019 09:45:26 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>vol. 54 n.º 110 (ABRIL 2019)</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_c1008db3b93b490db0771a6de46a2471~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Cidades Comunidades e Territórios Nº38</title><description><![CDATA[DINÂMIA’CET-IUL’s journal in Urban StudiesBiannual open access journal.Nº38/ Jun-2019The 38th issue of CIDADES, Comunidades e Territórios resumes the presence of a thematic dossier organized by invited editors. In this case, “The State of Housing: crisis, policy and policies” organized by Marco Allegra and Simone Tulumello. The chosen theme could not be more appropriate, not only due to the social and economic circumstances that the real estate market is currently experiencing in Portugal, but<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_4c4bce4d548f4049ba3533ea19c9dad0%7Emv2.jpg/v1/fill/w_444%2Ch_620/f6fcb3_4c4bce4d548f4049ba3533ea19c9dad0%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/07/15/Cidades-Comunidades-e-Territ%C3%B3rios-N%C2%BA38</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/07/15/Cidades-Comunidades-e-Territ%C3%B3rios-N%C2%BA38</guid><pubDate>Mon, 15 Jul 2019 14:59:02 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>DINÂMIA’CET-IUL’s journal in Urban Studies</div><div>Biannual open access journal.</div><div>Nº38/ Jun-2019</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_4c4bce4d548f4049ba3533ea19c9dad0~mv2.jpg"/><div>The 38th issue of CIDADES, Comunidades e Territórios resumes the presence of a thematic dossier organized by invited editors. In this case, “The State of Housing: crisis, policy and policies” organized by Marco Allegra and Simone Tulumello. The chosen theme could not be more appropriate, not only due to the social and economic circumstances that the real estate market is currently experiencing in Portugal, but especially for the policy package - palliative or not so much - that is now being launched by the Government in an attempt to solve the serious problems of housing. Far from being recent, these problems have been dragging on for several decades in Portugal, becoming more visible and serious in recent times due to a number of circumstances. We can mention, for instance, the globalization of markets and their speculative effects - in particular, the role played by real estate funds and other financial and fiscal instruments in the financialization of real estate assets - as well as the multiple impacts that the huge rise in urban tourism in a short time span triggered in the housing market, already very precarious in terms of affordable and available supply for local residents.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>CyberParks – The Interface Between People, Places Technology</title><description><![CDATA[Editors: Smaniotto Costa, C., Šuklje Erjavec, I., Kenna, T., de Lange, M., Ioannidis, K., Maksymiuk, G., de Waal, M. (Eds.)available at: cyberparks-project.eu/publicationsThis open access book is about public open spaces, about people, and about the relationship between them and the role of technology in this relationship. It is about different approaches, methods, empirical studies, and concerns about a phenomenon that is increasingly being in the centre of sciences and strategies – the<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_20ca8b44d3694a3f814c4d5f735f3acc%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/07/15/CyberParks-%E2%80%93-The-Interface-Between-People-Places-Technology</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/07/15/CyberParks-%E2%80%93-The-Interface-Between-People-Places-Technology</guid><pubDate>Mon, 15 Jul 2019 14:46:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Editors: Smaniotto Costa, C., Šuklje Erjavec, I., Kenna, T., de Lange, M., Ioannidis, K., Maksymiuk, G., de Waal, M. (Eds.)</div><div>available at: cyberparks-project.eu/publications</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_3653dd3c8757462ab6f8183601c76832~mv2.png"/><div>This open access book is about public open spaces, about people, and about the relationship between them and the role of technology in this relationship. It is about different approaches, methods, empirical studies, and concerns about a phenomenon that is increasingly being in the centre of sciences and strategies – the penetration of digital technologies in the urban space. As the main outcome of the CyberParks Project, this book aims at fostering the understanding about the current and future interactions of the nexus people, public spaces and technology. It addresses a wide range of challenges and multidisciplinary perspectives on emerging phenomena related to the penetration of technology in people’s lifestyles - affecting therefore the whole society, and with this, the production and use of public spaces. Cyberparks coined the term cyberpark to describe the mediated public space, that emerging type of urban spaces where nature and cybertechnologies blend together to generate hybrid experiences and enhance quality of life.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Além Lisboa - Caminhadas</title><description><![CDATA[Robert Butler, Andy MumfordArte Plural Um Guia para Percursos Pedestres e Trekkingnas Maravilhas Naturais da Região de Lisboa<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_20ca8b44d3694a3f814c4d5f735f3acc%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/07/15/Al%C3%A9m-Lisboa---Caminhadas</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/07/15/Al%C3%A9m-Lisboa---Caminhadas</guid><pubDate>Mon, 15 Jul 2019 14:41:15 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Robert Butler, Andy Mumford</div><div>Arte Plural</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_7672b590d1b64458b663a1d78cdac924~mv2.jpg"/><div>Um Guia para Percursos Pedestres e Trekking</div><div>nas Maravilhas Naturais da Região de Lisboa</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Jardins de Lisboa</title><description><![CDATA[Ivo MecoArte Plural<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_20ca8b44d3694a3f814c4d5f735f3acc%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/06/26/Jardins-de-Lisboa</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/06/26/Jardins-de-Lisboa</guid><pubDate>Wed, 26 Jun 2019 11:59:43 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Ivo Meco</div><div>Arte Plural</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_12080059066b47babfe777817edf1066~mv2.png"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Direito do Ordenamento do Território e do Urbanismo - Legislação Básica
Coletâneas de Legislação
Fernando Alves Correia</title><description><![CDATA[Fernando Alves Correia<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_20ca8b44d3694a3f814c4d5f735f3acc%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/06/26/Direito-do-Ordenamento-do-Territ%C3%B3rio-e-do-Urbanismo---Legisla%C3%A7%C3%A3o-B%C3%A1sica-Colet%C3%A2neas-de-Legisla%C3%A7%C3%A3o-Fernando-Alves-Correia</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/06/26/Direito-do-Ordenamento-do-Territ%C3%B3rio-e-do-Urbanismo---Legisla%C3%A7%C3%A3o-B%C3%A1sica-Colet%C3%A2neas-de-Legisla%C3%A7%C3%A3o-Fernando-Alves-Correia</guid><pubDate>Wed, 26 Jun 2019 07:44:35 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Fernando Alves Correia</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_22af2f43900a47cb81ea8f6ecd5eb736~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Isto é Arquitectura Moderna</title><description><![CDATA[orientação científica de Ana Tostões coordenação Sofia Amaral Pereirailustrações João FazendaReconhecendo a importância do Movimento Moderno na história e, em particular, na história da arquitectura, a Fundação Serra Henriques junta-se ao Docomomo Internacional para esta edição, focando dez edifícios, representativos do movimento moderno na arquitectura portuguesa e em Portugal, pretendendo assim fazer uma chamada de atenção para algumas referências da expressão material da cultura que, por<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_20ca8b44d3694a3f814c4d5f735f3acc%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/06/26/Isto-%C3%A9-Arquitectura-Moderna</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/06/26/Isto-%C3%A9-Arquitectura-Moderna</guid><pubDate>Wed, 26 Jun 2019 07:36:12 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>orientação científica de Ana Tostões</div><div> coordenação Sofia Amaral Pereira</div><div>ilustrações João Fazenda</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_460049eced874c2eb7066d2deb022379~mv2.jpg"/><div>Reconhecendo a importância do Movimento Moderno na história e, em particular, na história da arquitectura, a Fundação Serra Henriques junta-se ao Docomomo Internacional para esta edição, focando dez edifícios, representativos do movimento moderno na arquitectura portuguesa e em Portugal, pretendendo assim fazer uma chamada de atenção para algumas referências da expressão material da cultura que, por desconhecimento, podem passar despercebidas no dia-a-dia.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Un voyage à travers les couleurs de Lisbonne</title><description><![CDATA[Cristina Machado ; fot. Ana Gaiaz. - 2ème edAlmedina<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_c598dbc2e1394c28aef3936e617f1536%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/06/26/Un-voyage-%C3%A0-travers-les-couleurs-de-Lisbonne</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/06/26/Un-voyage-%C3%A0-travers-les-couleurs-de-Lisbonne</guid><pubDate>Wed, 26 Jun 2019 07:31:15 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div> Cristina Machado ; fot. Ana Gaiaz. - 2ème ed</div><div>Almedina</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_c598dbc2e1394c28aef3936e617f1536~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Neighbourhood&amp;City</title><description><![CDATA[Marluci Menezes & Carlos Smaniotto CostaEdições Universitárias Lusófonasavailable at: cyberparks-project.eu/publicationsThis volume aims to promote discussion and critical thinking on the urban environment at the intersection of the neighbourhood and the city, along their socio-spatial relations, from an interdisciplinary, multidimensional and international perspective. The chapters cover various aspects related to the meaning of living, intervening, planning, managing, thinking about and<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_20ca8b44d3694a3f814c4d5f735f3acc%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/06/12/NeighbourhoodCity</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/06/12/NeighbourhoodCity</guid><pubDate>Wed, 12 Jun 2019 21:40:55 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Marluci Menezes &amp; Carlos Smaniotto Costa</div><div>Edições Universitárias Lusófonas</div><div>available at: cyberparks-project.eu/publications</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_20ca8b44d3694a3f814c4d5f735f3acc~mv2.jpg"/><div>This volume aims to promote discussion and critical thinking on the urban environment at the intersection of the neighbourhood and the city, along their socio-spatial relations, from an interdisciplinary, multidimensional and international perspective. The chapters cover various aspects related to the meaning of living, intervening, planning, managing, thinking about and producing the city in the digital era, with a view to increasing the understanding of neighbourhoods as part of a wider consideration of social and sustainable development and the need for greater care of urban communities. This has a direct impact on public open spaces, which lie at the core of CyberParks. The international scope of the edition is enhanced by its bilingual nature, as this volume targets, in addition to a European readership, also the readership of Portuguese-speaking countries.This publication is based upon work from COST Action TU1306, supported by COST (European Cooperation in Science and Technology).</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Arqa Nº134—Arquitectura e Arte</title><description><![CDATA[2019<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_8fa59a561e7e45e686a008cd2dfcb100%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/06/12/Arqa-N%C2%BA134%E2%80%94Arquitectura-e-Arte</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/06/12/Arqa-N%C2%BA134%E2%80%94Arquitectura-e-Arte</guid><pubDate>Wed, 12 Jun 2019 15:29:45 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div> 2019</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_6b2f59fe881a4662974583138ff3ff85~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>SMART/CITIES a cidade que te faz feliz</title><description><![CDATA[Abril/Maio/Junho 2019“<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_e8306263e2e94273a613c385ac662701%7Emv2.png/v1/fill/w_444%2Ch_591/f6fcb3_e8306263e2e94273a613c385ac662701%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/06/12/SMARTCITIES-a-cidade-que-te-faz-feliz</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/06/12/SMARTCITIES-a-cidade-que-te-faz-feliz</guid><pubDate>Wed, 12 Jun 2019 15:25:31 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Abril/Maio/Junho 2019</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_e8306263e2e94273a613c385ac662701~mv2.png"/><div>“</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Questões Urbanas 1 e 2</title><description><![CDATA[Teresa Madeira da SilvaRepositório do ISCTE-IUL/DINAMIA’CET-IUL. “Questões Urbanas 1. Arquitetura e Território” e “Questões Urbanas 2. Arquitetura, Ensino e Projeto” são dois ebooks editados pelo Repositório do ISCTE-IUL/DINAMIA’CET-IUL. Estes ebooks são a compilação de artigos escolhidos, entre a produção científica desenvolvida no âmbito da atividade científica e académica, nas áreas da arquitetura e dos estudos urbanos. Os artigos foram anteriormente publicados, de forma dispersa, em revistas<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_709adcafb5a24adea5fe5fbfb7e14757%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/06/03/Quest%C3%B5es-Urbanas-1-e-2</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/06/03/Quest%C3%B5es-Urbanas-1-e-2</guid><pubDate>Mon, 03 Jun 2019 21:49:06 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Teresa Madeira da Silva</div><div>Repositório do ISCTE-IUL/DINAMIA’CET-IUL.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_709adcafb5a24adea5fe5fbfb7e14757~mv2.png"/><div> “Questões Urbanas 1. Arquitetura e Território” e “Questões Urbanas 2. Arquitetura, Ensino e Projeto” são dois ebooks editados pelo Repositório do ISCTE-IUL/DINAMIA’CET-IUL. Estes ebooks são a compilação de artigos escolhidos, entre a produção científica desenvolvida no âmbito da atividade científica e académica, nas áreas da arquitetura e dos estudos urbanos. Os artigos foram anteriormente publicados, de forma dispersa, em revistas nacionais e internacionais e em atas de conferências referenciadas nos índices. Os textos são essencialmente os textos originais, embora em alguns casos, apoiados por novas e mais imagens. Estes ebooks encontram-se em acesso aberto no Repositório do ISCTE-IUL.</div><div><a href="http://hdl.handle.net/10071/15148">Madeira da Silva, T. (2018). Questões Urbanas 1. Território e Arquitetura, textos escolhidos</a></div><div><a href="http://hdl.handle.net/10071/15149">Madeira da Silva, T. (2018). Questões Urbanas 2. Arquitetura, Ensino e Projeto, textos escolhidos</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Economia Circular na Região de Lisboa e Vale do Tejo: Fluxos do Metabolismo Regional</title><description><![CDATA[Online publication<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_7dafa40d22994bfab1305ad82587d7f1%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/05/23/Economia-Circular-na-Regi%C3%A3o-de-Lisboa-e-Vale-do-Tejo-Fluxos-do-Metabolismo-Regional</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/05/23/Economia-Circular-na-Regi%C3%A3o-de-Lisboa-e-Vale-do-Tejo-Fluxos-do-Metabolismo-Regional</guid><pubDate>Thu, 23 May 2019 15:20:46 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Online publication</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_f90e1c493d6349e698667932869ef822~mv2.jpg"/></div>]]></content:encoded></item><item><title>Tourfly. Inovação e Futuro: Contributos para o Desenho da Oferta Turística na Área Metropolitana de Lisboa</title><description><![CDATA[Investigadora responsável:Graça JoaquimAutores:VáriosOnline publicationEste livro constitui-se como um dos quatro resultados finais do projecto Tourfly, Inovação e Futuro: contributos para o desenho da oferta turística na Área Metropolitana de Lisboa (Lisboa-01-0145-Feder-023368). Os resultados do projecto estão consubstanciados em quatro grandes temas, a saber: este livro que integra parte dos contributos e processos de aprendizagem no contexto do projecto; a app Tourfly para Ios e Android que<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_7dafa40d22994bfab1305ad82587d7f1%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/05/23/Tourfly-Inova%C3%A7%C3%A3o-e-Futuro-Contributos-para-o-Desenho-da-Oferta-Tur%C3%ADstica-na-%C3%81rea-Metropolitana-de-Lisboa</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/05/23/Tourfly-Inova%C3%A7%C3%A3o-e-Futuro-Contributos-para-o-Desenho-da-Oferta-Tur%C3%ADstica-na-%C3%81rea-Metropolitana-de-Lisboa</guid><pubDate>Thu, 23 May 2019 15:12:58 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Investigadora responsável:Graça Joaquim</div><div>Autores:Vários</div><div>Online publication</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_44990b5e92fa4f00993d834c5b52238a~mv2.png"/><div>Este livro constitui-se como um dos quatro resultados finais do projecto Tourfly, Inovação e Futuro: contributos para o desenho da oferta turística na Área Metropolitana de Lisboa (Lisboa-01-0145-Feder-023368). Os resultados do projecto estão consubstanciados em quatro grandes temas, a saber: este livro que integra parte dos contributos e processos de aprendizagem no contexto do projecto; a app Tourfly para Ios e Android que trabalha dez áreas temáticas com propostas de itinerários e pontos de interesse no contexto das áreas abordadas; os oitos protótipos de modelos de negócio nas áreas trabalhadas, disponíveis no nosso endereço web, www.tourfly.pt e que constituem uma partilha com a comunidade, ou seja, qualquer cidadão pode implementar qualquer um dos modelos de negócio estudados e prontos a serem usados e finalmente, as propostas de eventos também comunicadas e partilhadas através do endereço web.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Vol. III: The Diverse Worlds of Sustainability</title><description><![CDATA[Ana Delicado, Nuno Domingos, Luís de Sousa (Editors)Publisher: Imprensa de Ciências SociaisOnline publicationIn 2015 ICS elected sustainability as one of the three main strategic pillars, seeking to understand the socioecological, socioeconomic, techno-scientific, and governance dynamics that preside over transformations and transitions to more sustainable, resilient, and wellbeing-promoting societies, by studying the practices, institutions, processes, and public policies that affect,<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_7dafa40d22994bfab1305ad82587d7f1%7Emv2.png"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/05/14/Vol-III-The-Diverse-Worlds-of-Sustainability</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/05/14/Vol-III-The-Diverse-Worlds-of-Sustainability</guid><pubDate>Tue, 14 May 2019 16:27:07 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Ana Delicado, Nuno Domingos, Luís de Sousa (Editors)</div><div>Publisher: Imprensa de Ciências Sociais</div><div>Online publication</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_bf2fea15a05a457684f4d91497f3da46~mv2.jpg"/><div>In 2015 ICS elected sustainability as one of the three main strategic pillars, seeking to understand the socioecological, socioeconomic, techno-scientific, and governance dynamics that preside over transformations and transitions to more sustainable, resilient, and wellbeing-promoting societies, by studying the practices, institutions, processes, and public policies that affect, positively or negatively, these transitions. For this volume, we have sought contributions that problematize the concept of sustainability on theoretical, methodological, and empirical grounds. We aimed at chapters that, based on different research projects and disciplinary traditions, strike a balance between relevant, critical, and audacious general theoretical questions and debates and empirical data (quantitative and qualitative).</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>[Re]inventar Alqueva – Do turismo de luxo dos resorts à reinvenção de um lugar com identidade</title><description><![CDATA[Helder Caeiro Amadoredição: Livro HorizonteO aumento do turismo em torno das albufeiras é o fator que mais tem concorrido para o desenvolvimento da urbanização turística em Portugal e Espanha. Este livro revela os resultados de um caminho de investigação que percorreu todas as albufeiras desses dois países, nas quais a urbanização turística se sedimentou, criando assim um impacto social e económico profundo em territórios ávidos de um desenvolvimento sustentável. Partindo de um cenário ao qual<img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_c4b385963d294a398a022551256d0e89%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/05/14/Reinventar-Alqueva-%E2%80%93-Do-turismo-de-luxo-dos-resorts-%C3%A0-reinven%C3%A7%C3%A3o-de-um-lugar-com-identidade</link><guid>https://www.urbanologo.com/single-post/2019/05/14/Reinventar-Alqueva-%E2%80%93-Do-turismo-de-luxo-dos-resorts-%C3%A0-reinven%C3%A7%C3%A3o-de-um-lugar-com-identidade</guid><pubDate>Tue, 14 May 2019 15:43:07 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><div>Helder Caeiro Amador</div><div>edição: Livro Horizonte</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f6fcb3_c4b385963d294a398a022551256d0e89~mv2.jpg"/><div>O aumento do turismo em torno das albufeiras é o fator que mais tem concorrido para o desenvolvimento da urbanização turística em Portugal e Espanha. Este livro revela os resultados de um caminho de investigação que percorreu todas as albufeiras desses dois países, nas quais a urbanização turística se sedimentou, criando assim um impacto social e económico profundo em territórios ávidos de um desenvolvimento sustentável. Partindo de um cenário ao qual faltam recursos financeiros para investimento, as questões de investigação deste livro centram-se em como inverter os problemas do despovoamento, do desemprego, da indisponibilidade de água para consumo e para a agricultura, e ainda em como criar atratividade para o investimento privado, alinhando o turismo neste novo paradigma.</div></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>